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AVIFAUNA

DE ITAPOÁ

Ouvir o canto de um pássaro ou vê-lo voar rente a janela é um dos grandes diferenciais de Itapoá, que proporciona um encontro diário com a natureza em várias cores e ritmos. Com mais de 240 espécies diferentes, o município está presente na rota de observadores de aves do mundo inteiro, porém muitos moradores desconhecem ou pouco sabem sobre a avifauna local. E para mudar este cenário é que surgiu o Projeto Avifauna de Itapoá.

 

Pesquisa e divulgação são os objetivos do projeto: é escolhida uma espécie diferente de ave presente no município e, a partir de pesquisa, é elaborado um artigo ilustrado com fotos.

Confira os artigos já publicados:

A batuíra é uma ave migratória e que gosta mesmo é de viajar pelo mundo: gosta de mudar de lugar o tempo todo, ficar em um único local não faz parte da sua rotina. 

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Você já deve conhecer essa ave. Um pouco maior do que a maioria das aves e com uma plumagem predominante marrom, ela é bem comum na cidade de Itapoá e pode ser vista próximo de casas e áreas abertas. 

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Entre várias lendas, os hábitos noturnos e a incrível característica de ficar paralisada por longos períodos, a protagonista da vez é a mãe-da-lua.
Esta é uma ave da ordem Nyctibiiformes, conhecida também como Urutau, que em tupi significa ave-fantasma.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Possivelmente você já viu essa espécie e se perguntou: Como é possível estar sempre tão branquinha? Essa é uma das características da Garça-branca-grande (Ardea alba, sinônimo Casmerodius albus). 

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Uma lenda indígena conta a origem deste pássaro. Pelas rimas e versos de Luciana do Rocio Mallon, o Ramphocelus bresilius, ou tiê-sangue, como é popularmente conhecido, surgiu do sangue da sonhadora e faceira índia Tiê.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Descoberta nas proximidades de Itapoá, o bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris) é uma espécie ameaçada de extinção, mas também faz parte da avifauna de Itapoá. Junto com outras espécies, é um grande chamariz para observadores de aves de todo o mundo.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Sábias e rápidas. Ao vermos este animal é inevitável não nos lembrarmos de alguma lenda mística ou das cadeiras de sala de aula. As corujas acompanham a história do homem desde a antiguidade: na cultura grega é sinônimo de sabedoria, em outras culturas é símbolo de ligação com o mundo espiritual. Mas independente da crença ou simbologia, as corujas também marcam presença no município de Itapoá.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Pintadas à mão por um artista de muito gosto. É assim que parece ter nascido a Saíra-sapucaia, a ave dona das cores, onde os tons se misturam e o arco-íris parece ganhar asas.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Com uma beleza inigualável e um bico que nem parece real, os tucanos são aves muito apreciadas pelos olhos humanos. Presente principalmente nas florestas tropicais da América do Sul, eles também marcam presença no diverso leque de aves em Itapoá.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Como a alegria do verão, o Canário-da-terra é caracterizado pela plumagem amarela e pelo canto melódico.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Ela não é famosa pelos tons da plumagem ou por estar em extinção, mas sim pelo canto que embala a manhã de muitos itapoaenses. Como um despertador programado, ela ecoa um canto alegre e melodioso ao lado de fora da janela, como se falasse: acorde pois o sol já raiou!

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Ave símbolo de Itapoá, a

Maria-catarinense (Hemitriccus kaempferi) é a maior protagonista da diversidade de espécies no município. Ameaçada de extinção e classificada como endêmica regional, ela é o grande chamariz para observadores de aves do mundo inteiro.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern

Exuberante e inconfundível: o Tangará é reconhecido por suas danças, exibicionismo e cortejo. Em meio ao verde das árvores, os machos transformam-se em grandes dançarinos, as fêmeas são cortejadas e os galhos viram palcos de grandes espetáculos. E pelos belos shows, em muitas regiões do país os adjetivos dançarino e dançador acompanham o nome do Chiroxiphia caudata.

Foto: Edson Ferreira da Veiga

Texto: Augusta Gern